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sábado, 1 de junho de 2019


Ai estão as primeiras fotos do que será o filme de "Ford vs Ferrari".


A 20th Century Fox também anunciou que o primeiro trailer do filme vai estrear na noite de domingo durante o segundo jogo das finais da NBA.


A história se passa durante a corrida "24 Horas de Le Mans" na França em 1966. Damon estrela como o designer de carros americano Carroll Shelby, que é encarregado pelo próprio Henry Ford para construir um carro revolucionário que poderia derrotar a Ferrari na famosa corrida. Bale interpreta o destemido piloto britânico Ken Miles, que está atrás do volante do novo carro.


Dirigido por diretor de "Walk the Line", James Mangold, estrelado por Matt Damon e Christian Bale e deve estrear em 15 de novembro deste ano.

Posted on 05:44 by Pedro Rosal

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017


Hoje foi apresentado o resultado de impacto do modelo Ford Ka e Ka+ desapontador, segundo a mídea.


Contudo venho para Lembrar um quesito que outrora não era abordado e projetado que é o impácto lateral. O impácto lateral foi uma das principais mudanças nos critérios de avaliação, com ele outros fatores estão atrelados, mas que todos tem uma ligação com este ponto de impacto.

Inclusive, as montadoras vem buscando, mesmo que lentamente, a implementação de itens de segurança passivo e ativo que desta forma irá garantir uma pontuação desejável.


Caso você esteja interessado em comprar um novo modelo e tenha ficado receoso, lembre-se que apenas 7 (sete) carros foram avaliados este ano e consequêntemente foi empregados critérios mais rigorosos, sendo assim é importante que todos, de preferência, carros sejam testados para que estes (Chevrolet Onix, Ford Ka com 0+3 estrelas e Fiat Mobi com 1+2) sejam injustamente condenados.

Com estas elevações do nível do critério, para a Latinncap fica dificil seu trabalho pois neste contexto as montadora não tem interesse de colocar seu carro para ser "detonado" pois sabem da possibilidade, alta, de uma pontuação baixa, dificultando a liberação como forma de doação para a instituição que avaliará o carro forçando a mesma a adquirir o modelo bem da informação e divulgação para nós, público.
Neste contexto, vale lembrar da importância de uma análise mais crítica para quem pretende consumir este tipo de produto e de um auxílio de um profissional inserido no contexto, como um é o caso do consultor automotivo.

Para este serviço de consultoria entre em contato pelo nosso Facebook 

Posted on 20:04 by Pedro Rosal

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Sim, o modelo hibrido da marca japonesa ficou em terceiro lugar no em vendas no mês de setembro.
O mais surpreendente é o fato do preço do mesmo ser de 126 mil, frente a modelos como Golf, Cruze, Focus, afinal de com ta este é sua categoria já que o modelo é considerado hatch médio.

As especulações que tentam justificar esta maior venda fica por conta da possível migração dos donos de Corolla para e ou consumidores com interesse em um carro confortável mas principalmente econômico já que é o que menos consome do Brasil.

O resultado de vendas do mês passado foi o seguinte:

1º  Chevrolet Cruze Sport6 - 634 unidades2º  Ford Focus - 405 unidades3º  Toyota Prius - 319 unidades4º  Volkswagen Golf - 192 unidades5º  Peugeot 308 - 47 unidades


Posted on 18:34 by Pedro Rosal

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terça-feira, 25 de abril de 2017

Uma advertência foi feita pelo Conselho de Autorregulamentação Publicitária, a Conar às montadoras Fiat, Ford e General Motors pois estas anunciaram informações, que segundo este conselho era de cunho enganoso.

E não foi só o conselho, a Proteste, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor também foi feita por ela. O problema é o fato de modelos prometerem um modelo mais ecológico quando na verdade não existe nenhum ecológico. 
Adesive presente em diversos modelos da GM.

O problema de cada marca foi, para a Fiat seus pneus que segundo o conselho não apresentavam relação com o nome Superverde. A GM fio por conta de seus motores com logo ECO que segundo a montadora o nome vem de "econômico" mas nós que vemos bastante notícia de carro sempre vemos nas propagandas de um modo geral "mais potente, econômico e com menos emissões" e uma propaganda semelhante foi o que impulsionou estas acusações. Por fim a Ford se "embananou" com o motor EcoBoost que segundo o conselho não condiz com propagandas de um motor com baixas emissões visto que o mesmo obteve nota baixa no Imetro.
Seu adesivo possui uma folha para simbolizar a ligação coma natureza.
Talvez estimulado pela fraude dos motores Diesel, mas é importante tais atitudes.

#testcarros
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Posted on 07:36 by Pedro Rosal

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Considerada por muitos, inclusive por mim, a evolução e fusão entre a esportividade e resposta de uma transmissão manual e a praticidade e conforto da automática, a transmissão de dupla embreagem contudo trouxe problemas e vem dando o que falar.


Esta transmissão em comum é alvo constante de notícias, o motivo? Sua durabilidade pois a mesma possui uma alta taxa de defeitos. Alguns casos como a Ford, estão efetuando o reparo, mas outros estão cobrando por algo que provavelmente é oriundo de defeito no projeto de concepção. O defeito em questão são dos mais variáveis vão de demoras em trocas, travamento da transmissão e movimento súbito de marcha para posição neutra. Os dispositivos que são comummente danificados vão de conjunto de embreagens até transmissão completa, que em alguns casos custa cerca de R$ 20 mil. Algo fora do comum para um equipamento tecnológico também é que estas transmissões costumam fazer barulho de lata batendo, ao se trafegar em percursos degradados ou acidentados.


Mas não são todas as transmissões que veem apresentando estas altas taxas de defeitos, pois a transmissão de dupla embreagem pode ser dividida em duas, a banhada a óleo, que chamam de embreagem com dupla banha de óleo e a à seco. Chamada de dupla embreagem à seco, esta transmissão não funciona necessariamente sem óleo algum, na verdade ao invés da mesma ser totalmente preenchida por 4,5 litros de óleo, a mesma é preenchida por apenas 1,5 litro. Isso pois o material utilizado permite trabalhar em altas temperaturas e assim, necessita de menos óleo para se resfriar, diferente da banhada a óleo que no caso é totalmente preenchida e trabalha submersa no fluido. Sendo assim a transmissão problemática é a que trabalha à seco.

As montadoras podem não admitir mas dão seus sinais.

Sim, não é do meu conhecimento até agora um caso em que uma montadora por espontânea vontade tenha efetuado um recall deste tipo de problema sem antes ter uma fila de reclamações e ou processo correndo na justiça o forçando à fazer tão pouco tire modelos deste tipo de produção subitamente, seus movimentos são mais singelos, talvez para adaptar a linha de produção, contudo fica fica claro a deficiência da transmissão dupla que trabalha à "seco". São exemplos o Golf que agora adota uma transmissão automática (utilizada em modelos mais antigos) entre outros modelos que ou adotaram este tipo ou até mesmo utiliza-se da transmissão de dupla embreagem banhado à óleo, mais confiável.
A Audi, por sua vês atualizou o projeto desta transmissão , que agora possui banho à óleo e sem dúvida deve ter suprido as deficiências constatadas. Um caso que fica claro a falta de segurança e a durabilidade deste tipo de transmissão é no caso dos modelos da Ford, onde o novo Fiesta apresentado final do ano passado e divulgado neste canal, não mais virá com estra tecnologia e em suas verões automáticas utilizará uma transmissão de cinco marchas convencional. E não é só o Fiesta, como o Focus e a nova Ecosport também não trará esta tecnologia.

Vale salientar que não serão todos os modelos deste tipo de transmissão que darão problema, contudo suas chances, frente à outros itens são maiores. Provavelmente com a aferição dos problemas, ou seja adotado um preenchimento completo com óleo ou correções que permitam o uso à seco, garantindo maior durabilidade e confiabilidade no modelo e marca.

Posted on 10:15 by Pedro Rosal

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017


A Ford, que vem introduzindo novas tecnologias e se renovando, agora irá apostar no desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos, ao adaptar modelos mais populares a estas tecnologias.

A princípio a lista de veículos atualizados serão sete. O primeiro será a "van" Transit Hybrida, disponível na Europa em 2019 projetado para ajudar a reduzir os custos operacionais mesmo nas ruas mais congestionadas.

Logo em seguida, um SUV de dimensões pequenas e totalmente elétrico com autonomia de aproximadamente 482 km. Seu lançamento contudo é apenas a partir de 2020, este modelo será destinado para o mercado Norte-americano, Europa e Ásia.

Uma versão interessante que está nos planos para 2020 da Ford será a versão híbrida do F-150. A princípio o modelo se destinará apenas ao mercado do Oriente Médio e Norte-americano.

Outro é um carro autônomo e híbrido que será lançado em 2021 e se destina também ao mercado Norte-americano, contudo não mencionou que tipo (ou formato) de carro será.

O esportivo Mustang também terá um versão híbrida e promete entregar um potência equivalente a de um V8, contudo, com maior torque além do consumo melhorado. O Mustang híbrido será produzido na fábrica em Flat Rock como os outros também serão, e deve estrear em 2020 para o mercado da América do Norte.


Dois veículos novo e híbridos serão exclusivos para perseguição policial.

Por fim, talvez uma novidade interessante para nós no Brasil será um utilitário global híbrido. Mas o um híbrido diferente, pois o motor elétrico trabalhará juntamente com um motor EcoBoost, melhorando ainda mais o desempenho e consumo de combustível.

Posted on 05:49 by Pedro Rosal

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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Ontem a Ford deu um gostinho de como será o novo Ford Fiesta ao apresentar a figura abaixo.


Bonito, e com uma frente maior, o modelo da marca americana recebeu leves arredondadas expressando que não se trata de uma revolução visual, e sim evolução. Contudo dúvidas pairaram sobre como realmente seria o carro, entre as dúvidas, motorização e o estilo do modelo eram os mais indagados.
Mas hoje a Ford europeia apresenta definitivamente a sétima geração (chamado também de MK7) do modelo campeão de vendas por sete anos na Grã-Bretanha. Primeiramente podemos destacar a semelhança com seu irmão maior, o Focus, os faróis até mesmo a grela lembram bastante. Seguindo o irmão também, a lanterna em coluna perde lugar para esta nas imagens (algo já especulado por nós ao analisarmos a mula de teste em uma matéria anterior) que possui um detalhe na parte inferior que aparenta entrar por debaixo do vinco do porta mala. A tampa do porta mala lembra o modelo de sexta geração, que foi base conceitual para a tampa do próprio Focus. Podemos notar a traseira mais aberta, comparado com o modelo antigo, que era mais estreita e baixa, trânsmitindo um pouco de esportividade, e do caso do modelo acima (ST-Line), um escapamento bonito e que não é apenas uma ponteira colocada sobre um tubo cortado, como são alguns casos. Com a saída da lanterna em coluna o vidro traseiro ganhou mais espaço, detalhe para os pequenos aerofólios laterais juntos do já conhecido aerofólio derivado do modelo anterior.


Outra mudança é visível no vinco dos vidros laterais, neste modelo, ele se inicia (com detalhe em cromada inclusive) antes do retrovisor reto e sua curva se inicia no final do vidro traseiro, no modelo anterior esta curva era bastante acentuada.


O carro cresceu no geral cerca de 70 mm em comprimento e como havíamos adiantado em um flagra, um crescimento de 12 mm em sua largura e entre eixos 4 mm maiores. Este crescimento talvez ocorreu para atender um publico e garantir concorrência justa em um país como o nosso e muitos outros, onde este modelo é um dos com pior espaço interno.

O modelo ainda é baseada na plataforma Ford Global B-car (por isso o motivo de vermos seus primeiros testes sob uma carcaça do Fiesta de geração 6), mas foi ajustada para oferecer 10% mais de aderência, de acordo com a marca. Juntamente com a introdução do vetor de torque eletrônico para melhorar a agilidade, as faixas dianteira e traseira aumentaram em 30mm e 10mm para uma posição mais ampla de direção além de um ganho de 20 % menos atrito da direção (que na versão MK6 já era bastante leve).


As tecnologias inseridas são bem extensas, sistemas de assistência ao condutor, condução adaptativa, assistência de colisão, assistência de manutenção de pista, reconhecimento de sinais de trânsito, estacionamento perpendicular automático, start-stop em todos os motores, novo sync 3, sistema de som B&O com10 alto-falantes, incluindo um subwoofer montado na parte traseira e um alto-falante central de nível médio situado no topo do painel, teto solar panorâmico e luses em LED, como parte dos opcionais, junto com tecnologias de direção passiva como identificação de pedestres, freio de emergência. Este novo sistema de freios inclusive está sendo inaugurado pelo Fiesta MK7 o mesmo não só pode evitar uma colisão com o carro mas também de pedestres, pois ele possui a detecção do mesmos. Além disso ainda tem o sistema ativo de grelha, onde a após a grade frontal (a que todo nós visualizamos) existe uma outra, que irá abrir e fechar à depender da circunstância. esta tecnologia por exemplo irá fechar a entrada de ar em estradas, evitando diminuindo o coeficiente de arrasto, ou se o motor estiver abaixo de uma temperatura determinada, tudo isso para trazer melhor eficiência e consequentemente menor consumo e emissão de poluentes.



O modelo foi apresentado em quatro tipos. O comum, chamado de Titanium, em marron, Vignale, com toque mais premium em branco, ST-Line em vermelho e com detalhes mais agressivos além de suspensão mais baixa e o Active em amarelo, destinado ao aventureiros.


Dentro do novo Fiesta, a Ford optou por uma revisão completa. Foi retirado aquele gigante controle de temperatura por um mais simples, todos os milhares de botões foram removidos e substituídos por uma central multimédia de touchscreen (16 cm e  2 em0 cm para os modelos Titanium e Vignale).


Aquele crescimento mencionado reflete nisto, um passageiro bem acomodado sem ter seus joelhos em contato direto com o banco frontal.


É notável a superioridade da qualidade interior, que já era interessante. Os plásticos são agora tão luxuosos como aqueles em um Mini ou um Polo (o europeu, claro).


Os motores utilizados por lá (europa) serão EcoBoost de 1,0 litros com opções de 100, 125 e 140 cv e transmissão manual de seis marchas e o automático para o de 100 cv, um novo 1.1 litros e três cilindros com opção de 70 e 85 cv, além de um diesel 1.5 TDCi de 85 cv. Vale lembrar que este modelo recebeu nota máxima na Euro NCAP, e que o real Fiesta ST provavelemte só no modelo 2019.

Confiram as imagens de cada versão:
Titanium





Vignale





ST-Line



 



Active






Posted on 14:06 by Pedro Rosal

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terça-feira, 1 de março de 2016


No mês passado, com o lançamento dos novos Ford Focus RS o engenheiro-chefe da Ford Performance, Tyrone Johnson, afirmou que o Fiesta RS não sairia do papel. Para o mundo isso foi bem triste, para nós do Brasil, que mal temos a perspectiva do modelo ST chegar, não muda muito. Para surpresa de todos, a Ford apresentou um modelo que se posiciona entre o ST e RS, o Fiesta ST200.


O Fiesta ST utiliza um motor turbo 1.6litro EcoBoost que rende 181 cv. O ST200 agora gera 200 cv e consegue chegar aos 100 km/h em louváveis 6,4 segundos, batendo por exemplo o Golf gti e se equiparando ao Volvo V60 R-Design.


Por fora não há grandes mudanças, a nova adoção de uma nova cor cinza que contrasta com detalhes em preto, roda 17 polegadas, pinças de freio vermelhas e um distintivo de "ST 200" na parte traseira além da adoção dos leds na lanterna traseira. Como parte dos upgrades, Ford aperfeiçoou a suspensão e reduziu em 15 mm a altura, reduz o centro de gravidade do Fiesta.


Dentro se mantém o estilo do ST, apenas apenas alguns pequenos detalhes como nos cintos, ou bancos Recaro com acabamento melhorado.

Imagens:




Posted on 13:38 by Pedro Rosal

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